RONALDO ANTUNES PAINTING & ILLUSTRATION

 

SOBRE

 

Ronaldo Antunes é professor, jornalista e ilustrador especializado em assuntos históricos. Membro da International Federation of Journalists e da Federação Nacional dos Jornalistas.

Graduado em Letras (Língua Portuguesa/Literatura), estuda também na ENBA (antiga Escola Nacional de Belas Artes); na Sociedade Brasileira de Belas Artes e no Instituto Oberg. Cursou Administração de Empresas na FACCE/FESO; Direito na Universidade Católica de Petrópolis e na Universidade Cândido Mendes.

Como ilustrador, atua na área editorial e publicitária. Como artista plástico, especializa-se em temas de época. Objetivando iniciar-se na pintura histórica, recebe orientação em modelo vivo nos ateliês dos mestres Oswaldo Teixeira e Edgard Cognat, também no Liceu de Artes e Ofícios.

Frequenta os ateliês de Rui Campello (técnicas de têmpera e óleo); de João Medeiros (paisagem) e, por mais de dez anos, aluno de Ivan Wasth Rodrigues, nosso mais renomado desenhista histórico, na aprendizagem dos métodos de pesquisa iconográfica, do desenho clássico e da aquarela da Old-school. Ivan Rodrigues foi cognominado como O Último dos Acadêmicos do Brasil.

Inicia suas atividades profissionais em 1967, como layoutman da Revista Brasileira de Relações Públicas e Brasil Rotário. Em seguida, redator do Diário de Teresópolis; intérprete inglês-português de H. Stern Joalheiros e redator da Revista Revelação de turismo.

Em 1969, ilustrador das Listas Telefônicas Brasileiras.

Em 1970, ilustrador de Bloch Editores, na divisão de projetos especiais e Enciclopédia Bloch.

Em 1971, volta-se para a publicidade e trabalha na Norton Publicidade como diretor de arte senior, atendendo as contas da Esso, Mesbla e L’oreal de Paris. Assume a direção de arte da House da Mesbla para a formação da Provarejo Propaganda. Através do ilustrador Flávio Colin, colabora coma Denison Propaganda como ilustrador/manchador de layout. Trabalha para o Centro de Propaganda como ilustrador de storyboard; para Master Propaganda como ilustrador arte-finalista; para Ferrari Propaganda como ilustrador/manchador e para a Propeg Propaganda (Bahia) como ilustrador/manchador e layoutman. Na Editora Ebal, recebe orientação do mestre do guache Monteiro Filho por dois anos e inicia sua atividade de ilustrador e designer editorial.

Em 1972, trabalha para Ediouro (Tecnoprint) como diretor de arte, também ilustrando revistas e clássicos da literatura.

De 1973 a 80, diretor de arte e ilustrador das Edições CPAD.

Em 1980, de volta à Manchete (Bloch Editores), atua como diretor de arte da Revista Mulher de Hoje e ilustrador de capas das revistas infanto-juvenis de quadrinhos Buck Rogers e Os Trapalhões. Em seguida retorna às Edições CPAD como ilustrador de livros e revistas.

De 1985 a 88, trabalha para a Unipro Editora, ilustrando a vida de Martinho Lutero; a Bíblia em quadrinhos em nove volumes; projetos gráficos e capas diversas.

Em 1988, ilustra para Lápis de Cor Publicidade; MPM Propaganda; Schering Laboratórios e Edições CPAD.

Em 1989, ilustra para a Editora D-Arte; Termocel e CAPEMI Pecúlio.

A partir de 1990, além do design e ilustração para os clientes mais diversos, profissionaliza-se na pintura, executando encomendas para colecionadores, galerias, lecionando desenho, pintura e expondo em leilões.

Coletivas: em 1978, no MASP (Museu de Arte de São Paulo) e Anfiteatro Cacilda Becker. Em 1989, expõe originais de histórias em quadrinhos na feira do livro de Frankfurt e no Centro Calouste Gulbenkian. Membro do CIB (Clube dos Ilustradores do Brasil).

Verbetes: "Técnica da Paisagem" (Editora Irradiação Cultural) de João Medeiros; "Dicionário dos Pintores do Brasil" do mesmo autor e "Artes Plásticas Brasil", de Júlio Louzada, volumes 5, 6, 8, 9, 10, 11, 12 e 13.

Em 2001, publica uma série de dez quadros de temas históricos nos cartões da Telemar, com tiragem total de dois milhões de unidades.

Em 2007, dedica-se a produções editoriais e publica seu primeiro livro: "A Indústria da fé", obra histórico-filosófica que denuncia o mercantilismo da fé, através de uma dialética da desconstrução do sectarismo.

Em 2014, publica seu segundo livro: "A religião do livro - um conceito demasiado humano", obra histórico-filosófica que documenta e narra como a Bíblia foi construída.

Hoje, mantém seu estúdio direcionado exclusivamente para a pintura e a ilustração, além de projetos editoriais. Em relação à pintura, sem se afastar da Old-school, desenvolve os temas de época e de gênero, atendendo às encomendas mais diversas.